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FESTA

Cortejo marítimo celebra Buscada de São Gonçalo em Itapissuma

Cerimônia marítima, saída da Ilha com destino a Itapissuma, termina com missa campal celebrada pelo arcebispo de Olinda e Recife, dom Fernando Saburido

Postado em 14/01/2018 às 08:41 | Atualizado hoje às 18:00

Cortejo marítimo é encontro tradicional (Foto: Arthur Mota)

A imagem de São Gonçalo do Amarante, padroeiro de Itapissuma volta para sua paróquia neste domingo (14). A 157ª Festa de São Gonçalo teve inicio no último domingo com a Levada, quando imagem foi conduzida em carreata para a Capela São Paulo, na Ilha de Itamaracá. A Buscada, um cortejo marítimo saído da Ilha com destino a Itapissuma, termina com missa campal celebrada pelo arcebispo de Olinda e Recife, dom Fernando Saburido, às 18h, seguido de um show com o padre João Carlos.

Dezenas de embarcações são esperadas para acompanhar a travessia fluvial pelo canal de Santa Cruz, que separa Itamaracá e Itapissuma. Antes de seguir pelo mar, moradores da região e turistas, devotos de São Gonçalo, se concentração a partir das 15 horas na capela São Paulo, no Forte Orange. Embora não tenha sido oficialmente canonizado pela Igreja Católica, São Gonçalo do Amarante é considerado santo pelo povo. Sua paróquia em Itapissuma foi criada em 1984, onde no dia 21 começa o novenário.

A Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) participará da buscada pelo quinto ano consecutivo. Uma ação ambiental será desenvolvida para conscientizar os participantes sobre a importância da preservação do meio ambiente, com o foco principal no importante estoque pesqueiro do Estado, no Canal de Santa Cruz. 

Agentes ambientais da Área de Proteção Ambiental (APA) de Santa Cruz, unidade de conservação com sede em Itamaracá, realizarão a atividade e participarão de todo o evento. A gestão do local vai distribuir sacos plásticos para o descarte de lixo, juntamente com a Associação de Recicladores Padre Sevat e a Paróquia de São Gonçalo do Amarante.´

Haverá ainda panfletagens para conscientizar as pessoas e mostrar que o plano de manejo da APA proíbe o lançamento de resíduos sólidos e líquidos nas águas ou mangues do canal. Nas embarcações que não tiverem esse controle, os barqueiros poderão ser responsabilizados por crime ambiental.


Fonte: FOLHA PE

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